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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Amor e Sexo , é preciso aprender ?








Aprender a amar

Um certo treino

Educar a sexualidade

Autodomínio sobre a imaginação e os desejos

O amor é a realização mais completa das possibilidades do ser humano. É o mais íntimo e o maior, é onde ele encontra a plenitude do seu ser, a única coisa que pode absorvê-lo inteiramente.

O prazer que deriva da sua expressão no amor conjugal é talvez o mais intenso dos prazeres corporais e também talvez o que mais absorve. O entusiasmo que produz uma paixão pura e sincera retira o homem ou a mulher de si mesmo para se entregar e viver para o outro: é o maior entusiasmo que a maioria dos seres humana tem na sua vida.

Quando o prazer e o amor se unem em entrega mútua, então é possível alcançar um alto grau de felicidade e prazer. Em contrapartida - como escreveu Mikel Gotzon Santamaria - quando se prima pela busca do simples prazer físico, esse prazer tende a converter-se em algo momentâneo e fugidio, que deixa um rasto de insatisfação. Porque a satisfação sexual é na realidade apenas uma parte, e talvez a mais pequena, da alegria da entrega sexual de alma e corpo própria da entrega total do amor conjugal.

- Mas, nem sempre é fácil distinguir o que é carinho do que é fome de prazer.

Às vezes é muito claro. Outras, nem tanto. Em qualquer caso, na medida em que se reduza a simples fome de prazer, está-se a usar a outra pessoa. E isso não pode ser bom para nenhum dos dois.

Quando se usa a outra pessoa, não a amamos, nem sequer a respeitamos, porque se utiliza e se rebaixa a sua intimidade pessoal.

O terreno sexual oferece, mais do que outros, ocasiões para se servir das pessoas como se fossem um objeto, ainda que seja inconscientemente. A dimensão sexual do amor faz com que este possa inclinar-se com certa facilidade para a busca do prazer em si mesmo, uma utilização que sempre rebaixa a pessoa, pois afeta a sua mais profunda intimidade.

Sendo o sexo expressão da nossa capacidade de amar, toda a referência sexual chega até ao mais fundo, ao núcleo mais íntimo, e implica a totalidade da pessoa. E, precisamente por possuir tão grande valor e dignidade, a sua corrupção é particularmente corrosiva.

Cada um faz do seu amor o que faz da sua sexualidade.

Aprender a amar

O homem, para ser feliz, tem de encontrar resposta para as grandes questões da vida. Entre as questões que afetam o homem em qualquer tempo e lugar, que apelam ao seu coração, que é onde se desenvolve a trama mais importante da sua história, está, inquestionavelmente, a sexualidade.

O homem procura encontrar resposta a perguntas capitais como: que devo fazer para educar a minha sexualidade, para ser dono dela?, pois, por sua vez, o corpo da outra pessoa apresenta-se como reflexo dessa pessoa e também como ocasião para dar rédea solta a um desejo de auto-satisfação egoísta.

- Consideras então a sexualidade um assunto muito importante?

O governo mais importante é o de si próprio.

Se uma pessoa não adquirir o domínio necessário sobre a sua sexualidade, vive com um tirano dentro de si.

A sexualidade é um impulso genérico entre qualquer macho e fêmea. Em contrapartida, o amor entre um homem e uma mulher procura a máxima individualização. E, para que o corpo seja expressão e instrumento desse amor individualizado, é preciso dominar o corpo de modo a que não fique subjugado pelo prazer imediato e egoísta, e, acima de tudo, atue ao serviço do amor. Porque, se não se educar bem a própria afetividade, é fácil que, no momento em que deveria brotar o amor puro, se imponha a força do egoísmo sexual. Visto que, no momento em que a sexualidade deixar de estar controlada, começa a sua tirania.

Como dizia Chesterton, pensar numa desinibição sexual simpática e desdramatizada, na qual o sexo se converte num passatempo bonito e inofensivo, como uma árvore ou uma flor, seria uma fantasia utópica ou um triste desconhecimento da natureza e da psicologia humanas.

Um certo "treino"

Apenas as pessoas podem participar no amor. Todavia, não o encontram já pronto e preparado em si próprias. Se uma pessoa permitir que a sua mente, os seus hábitos e as suas atitudes se impregnem de desejos sexuais não encaminhados para um amor pleno, resultará que pouco a pouco se vá deteriorando a sua capacidade de amar verdadeiramente, e estará permitindo que se perca um dos tesouros mais preciosos que todo o homem pode possuir.

Se não se esforçar por retificar esse erro, o egoísmo far-se-á cada vez mais dono da sua imaginação, da sua memória, dos seus sentimentos, dos seus desejos, e a sua mente ir-se-á enchendo de um modo egoísta de viver o sexo.

Tenderá a ver o outro de um modo interesseiro, apreciará acima de tudo os valores sensuais ou sexuais dessa pessoa e fixar-se-á muito menos na sua inteligência, nas suas virtudes, no seu caráter ou nos seus sentimentos. O despertar do prazer erótico antes do tempo costuma ocultar a necessidade de criar uma amizade profunda e pura. Aliás, uma relação baseada apenas numa atração sensual, tende a ser flutuante pela sua própria natureza, e é fácil
que em pouco tempo - ao desvanecer-se esse atrativo - acabe em decepção, ou
até numa reação emotiva negativa, de antipatia e desafeto.

- Consideras difícil de retificar essa deterioração no modo de ver o sexo?

Depende da profundidade que tenha a deterioração e, sobretudo, de se é firme ou não a decisão de a superar. O fundamental é reconhecer sinceramente a necessidade de proceder a essa mudança e decidir-se verdadeiramente a realizá-la.

É como um desafio: é preciso purificar, encher de higiene a imaginação, de limpidez a memória, de claridade os sentimentos, os desejos, a pessoa na totalidade.

É - em um outro âmbito muito mais sério - como treinar-se para recuperar a frescura e a agilidade depois de ter perdido a boa forma física.

- E não é um pouco artificial isso de treinar-se? Não chega ter as idéias claras?

No amor, tal como acontece na destreza de qualquer desporto, ou na maioria das habilidades profissionais, ou em tantas outras coisas, se não há suficiente prática e treino, as coisas saem mal.

Para aprender a ler, a escrever, a dançar, a cantar, ou inclusive a comer, é preciso predispor-se, seguir uma certa aprendizagem e adquirir um hábito positivo, senão faz-se de forma tosca e rude. Para expressar qualquer coisa bem e com alguma graciosidade convém treinar-se, cultivar-se um pouco. Quando uma pessoa não o faz, torna-se-lhe difícil expressar o que deseja. Sente a frustração de não poder comunicar o que tem dentro, de não poder realizar os seus sonhos. E isso acontece tanto ao expressar-se verbalmente como ao expressar o amor. Se não educamos a nossa capacidade de amar e de nos entregarmos por inteiro, em vez de expressar amor comportar-nos-emos de forma rude, como sucede a quem não sabe falar ou comer.

Cultivar-se assim é uma forma de se aproximar ao que cada um entende que deve chegar a ser. Com esse esforço de automodelação pessoal, de autoeducação, o homem faz-se mais humano, personaliza-se um pouco mais a si próprio.

Educar a sexualidade

É pena que muitos limitem a educação sexual à informação sobre o funcionamento da fisiologia ou da higiene da sexualidade. São coisas inquestionavelmente necessárias, mas não são as mais importantes e, acima de tudo, são coisas que hoje quase todos já sabem de sobra.

Em contrapartida, o autodomínio do apetite sexual e, por conseguinte, da imaginação, do desejo, do olhar, é uma parte fundamental da educação da sexualidade a que poucos dão a importância devida.

- E por que razão lhe você dá tanta importância?

Se não se conseguir essa educação dos impulsos, a sexualidade, como qualquer outro apetite corporal, atuará a nível simplesmente biológico, e então será facilmente presa do egoísmo típico de uma apetência corporal não educada. A sexualidade expressar-se-á de forma parecida a como bebe e come ou se expressa uma pessoa que quase não recebeu educação.

Necessitamos de um olhar e de uma imaginação treinados para considerarmos as pessoas enquanto tais e não como objetos de apetite sexual. Por isso, quando na infância ou na adolescência se introduzem as pessoas num ambiente de freqüente incitação sexual, comete-se um grave dano contra a afetividade dessas pessoas, um atentado contra a sua inocência e a sua boa fé.

- Não exageras um pouco?

Ainda que pareça demasiado forte, penso que não exagero, porque tudo isso tem algo de atentado contra um inocente. Romper nesses rapazes e raparigas o vínculo entre sexo e amor é uma forma perversa de quebrantar a sua honestidade e a sua sensatez, tão necessárias nessa etapa da vida. Os primeiros movimentos e inclinações sexuais, quando ainda não estão corrompidos, têm uma mescla de entusiasmo, de amor puro, de juventude.
Irromper neles com a mão grosseira da sobre-excitação sexual danifica torpemente a relação entre rapazes e raparigas. Nas palavras de Jordi Serra, "não se maltratam atando-os com uma corda, mas escravizam-se submergindo-os num mundo irreal".

Como escreveu Tihamer Toth, a castidade é a pedra de toque da educação da juventude. Pela intensidade e veemência do instinto sexual, esta virtude é das que melhor manifestam o esforço pessoal contra o vício. Talvez por isso a história seja testemunha de que o respeito à mulher sempre tenha sido um índice muito revelador da cultura e da saúde espiritual de um povo.

Autodomínio sobre a imaginação e os desejos

Tal como o uso inadequado do álcool conduz ao alcoolismo, o uso inadequado do sexo provoca também uma dependência e uma sobre-excitação habitual que reduz a capacidade de amar. E, de maneira semelhante, tal como o paladar se pode estragar pelo excesso de sabores fortes ou picantes, também o gosto sexual estragado pelo erótico se torna cada vez mais insensível, mais ofuscado para perceber a beleza, menos capaz de sentimentos nobres e mais ávido de sensações artificiais que com facilidade conduzem a desvios estranhos ou a aborrecimentos máximos. Alimentar o instinto sexual em demasia leva a um funcionamento anárquico da imaginação e dos desejos.

Quando uma pessoa adquire o hábito de se deixar arrastar pelos olhos, ou pelas suas fantasias sexuais, a sua mente tenderá a uma carga de erotismo que disparará os seus instintos e lhe dificultará conduzir a bom porto a sua capacidade de amar.

- E não haverá outra solução senão reprimir-se?

Penso que não é uma questão de reprimir-se, mas antes de direcionar bem os sentimentos. Basta que a vontade se oponha e se distancie dos estímulos que resultam negativos para a própria afetividade. É preciso travar os arranques inoportunos da imaginação e do desejo, para assim ir educando essas potências, de forma a que sirvam adequadamente a nossa capacidade de amar. Entender isto é decisivo para captar o sentido desse sábio preceito
cristão que diz: não consentirás em pensamentos nem em desejos impuros.

Quem se esforçar nessa linha pouco a pouco aprenderá a conviver com o seu próprio corpo e com o dos outros, e tratá-los-á como merece a dignidade que possuem. Gozará dos frutos de ter adquirido a liberdade de dispor de si e de poder entregar-se ao outro. Viverá com a alegria profunda de quem desfruta de uma espontaneidade madura e profunda, na qual o coração governa os instintos.





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(Alfonso Aguiló - Interrogantes.net)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Origem do Samba






Origem do Samba. No final do século XIX, negros e mulatos já se reuniam ao som do samba , descendente direto dos ritmos africanos. Discriminados social e racialmente pela música alegre, eles procuravam escapar das desigualdades e do preconceito.

Após a abolição da escravatura, milhares de ex-escravos, saídos principalmente da Bahia, foram ao Rio de Janeiro procurar emprego e tentar recomeçar a vida. Moravam em morros distantes do centro "nobre" carioca, mas logo sua música foi levada às altas classes da cidade. O único problema era que para agradar aos ouvidos ricos, as rádios mutilavam o samba, recheando-o de cordas, em uma tentativa de aproximá-los do som europeu.

A partir de meados de 1915, sambistas como Marçal, Pixinguinha, Ismael Silva, Bidê, Donga, Elói e Nilton Bastos conseguiram consolidar o chamado "samba de morro". O primeiro samba, Pelo Telefone, de Donga, foi gravado em 1917. Em 1928 foi criada a primeira Escola de Samba do Brasil, a Deixa Falar. Os sambistas já não eram perseguidos pela polícia nem considerados baderneiros.

Não demorou muito para que outra Escola de Samba fosse criada: era a Estação Primeira de Mangueira. Os primeiros desfiles das Escolas foram feitos e logo conquistaram a simpatia da população, independente de classe social ou cor.

A porta estava aberta para que surgissem os sambistas brancos, e os primeiros foram Noel Rosa e Ary Barroso. As rádios tocavam samba com mais freqüência e a indústria fonográfica passou a prensar discos que foram bem aceitos pelo público.

Ao longo das décadas, o samba foi sendo absorvido pelos mais variados estilos, como a bossa nova. Foi graças à simpatia de artistas de outros ramos que, nos anos 60, um de seus maiores talentos, Cartola, passou a ser reconhecido.

Com o advento do samba, foi aberto espaço para que o pagode também chegasse às massas. Ele já era tocado em botecos e festas, mas foi com Paulinho da Viola, Clementina de Jesus e Elton Medeiros que se tornou popular.

Em 1968 foi criado o primeiro grupo de pagode, Os Originais do Samba. O golpe final para a conquista do público foi na 1ª Bienal do Samba, quando o grupo acompanhou ninguém menos que Elis Regina na música Lapinha.

Iniciou-se a formação de uma nova safra de sambistas, representada pelo grupo Fundo de Quintal, Beth Carvalho, Jorge Aragão (autor da clássica Coisinha do Pai), Agepê e Almir Guineto. O samba e o pagode já estavam muito além dos limites cariocas: do Oiapoque ao Chuí, era conhecido como o mais brasileiro dos ritmos.

Um dos mais legítimos representantes do pagode saiu do Bloco Cacique de Ramos (RJ): é Zeca Pagodinho, um artista premiado que mantém as raízes, a irreverência e o descompromisso do ritmo.



Dia do Samba -2-12-11

Patrimônio cultural do Brasil, o samba surgiu no Recôncavo Baiano e chegou ao Rio de Janeiro ainda no século XIX, onde ganhou força e uma legião de compositores. Seja partido-alto, de roda, enredo ou canção, o ritmo traduz amores de verdade e ex-amores, pecados capitais, cicatrizes, pressentimentos, propostas amorosas e homenageia Amélias, Ritas, Isauras. Na tela da Rede Globo, o estilo musical também é instrumento para contar histórias, apresentar personagens, enfatizar momentos de felicidade, embalar casais apaixonados ou desilusões amororsas. E para celebrar o Dia Nacional do Samba em grande estilo, neste 2 de dezembro, ouça músicas que fizeram parte das trilhas sonoras das novelas e divirta-se ao som do ritmo que agoniza, mas não morre e devagar, devagarinho conquista admiradores de diferentes gostos e gerações.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O significado do Laço Vermelho




Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministro da Saúde.

Porque o laço vermelho como símbolo?

O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids.

O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do HIV/aids, divulgar as necessidades dos que vivem com HIV/aids e angariar fundos para promover a prestação de serviços e pesquisas.

O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.

Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991. Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades nas cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por causa de sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Entretanto, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a aids, reforçando a necessidade de ações e pesquisas sobre a epidemia.

Hoje em dia, o espírito da solidariedade está se espalhando e vem criando mais significados para o uso do laço.

Inspirado no laço vermelho, o laço rosa se tornou símbolo da luta contra o câncer de mama. O amarelo é usado na conscientização dos direitos humanos dos refugiados de guerra e nos movimentos de igualdade. O verde é utilizado por ativistas do meio ambiente preocupados com o emprego da madeira tropical para a construção de sets na indústria cinematográfica. O lilás significa a luta contra as vítimas da violência urbana; o azul promove a conscientização dos direitos das vítimas de crimes e, mais recentemente, o azul vem sendo adotado pela campanha contra a censura na internet.

Além da versão oficial, existem quatro versões sobre sua origem. Uma delas diz que os ativistas americanos passaram a usar o laço com o “V” de Vitória invertido, na esperança de que um dia, com o surgimento da cura, ele poderia voltar para a posição correta. Outra versão tem origem na Irlanda. Segundo ela, as mulheres dos marinheiros daquele país colocavam laços vermelhos na frente das casas quando os maridos morriam em combate.

Com todas essas variações, o mais importante é perceber que todas essas causas são igualmente importantes para a humanidade.

domingo, 27 de novembro de 2011

O QUE VOCÊ SABE SOBRE A AIDS?





O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília dos lentivírus. Vários estudos epidemiológicos têm demonstrado que a via sexual é a forma de transmissão predominante do HIV, através da exposição a secreções contagiosas que contenham o vírus e/ou células infectadas. Outra forma significativa de transmissão ocorre através de exposição parenteral a sangue, hemoderivados ou tecidos infectados pelo HIV, assim como também desta forma ocorre a transmissão perinatal. Apesar de já se ter isolado o HIV a partir de secreções e tecidos de diversas origens, o potencial de infectividade destas fontes de isolamento mostra-se bastante limitado. Por exemplo, a saliva contém enzimas e outras substâncias que inativam o HIV, sendo, portanto, muito improvável que o transmita. O contato casual não é associado à transmissão do HIV, devido à não exposição, nestas circunstâncias, ao sangue ou a outros fluidos corporais contagiosos. Estudos epidemiológicos e parasitológicos têm refutado a teoria de que mosquitos e outros insetos pudessem ser vetores de transmissão do HIV.

Em 1986, foi detectado em Lisboa, Portugal, em indivíduos procedentes de Guiné-Bissau e Cabo Verde (ilhas portuguesas situadas a oeste da África Ocidental), um novo retrovírus humano, chamado HIV-2.

Posteriormente, em 1987, o HIV-2 foi detectado em seis diferentes países europeus. Em junho de 1987, o HIV-2 foi detectado por Veronesi e Cols, pela primeira vez nas Américas, em São Paulo, Brasil.

O HIV-2 é extremamente raro entre doadores de sangue dos EUA (três positivos entre 74 milhões de doadores de sangue e plasma). Também no Brasil é raro o encontro de HIV-2 em bancos de sangue.



Fatos importantes sobre a disseminação da AIDS:

A AIDS é a sexta causa de morte entre pessoas de 25 a 44 anos nos Estados Unidos, depois de ser a número um em 1995.
A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo morreram devido a essa infecção desde o começo da epidemia
Em 2008, havia aproximadamente 33,4 milhões de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV/AIDS, incluindo 2,1 milhões de crianças com menos de 15 anos.
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) provoca AIDS. O vírus ataca o sistema imunológico e deixa o corpo vulnerável a uma série de infecções e a vários tipos de câncer que apresentam risco de vida.



O que é AIDS ?

É uma doença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A Aids é considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região) e sua gravidade.

Qual o agente envolvido?

A infecção se dá pelo HIV, vírus que ataca as células do sistema imunológico, destruindo os glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A falta desses linfócitos diminui a capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por microorganismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas com sistema imune normal.

Quais os sintomas?

Os primeiros fenômenos observáveis são fraqueza, febre, emagrecimento, diarréia prolongada sem causa aparente. Na criança que nasce infectada, os efeitos mais comuns são problemas nos pulmões, diarréia e dificuldades no desenvolvimento.

Fase sintomática inicial: candidíase oral, sensação constante de cansaço, aparecimento de gânglios nas axilas, virilhas e pescoço, diarréia, febre, fraqueza orgânica, transpirações noturnas e perda de peso superior a 10%.

Infecção aguda: sintomas de infecção viral como febre, afecções dos gânglios linfáticos, faringite, dores musculares e nas articulações; ínguas e manchas na pele que desaparecem após alguns dias; feridas na área da boca, esôfago e órgãos genitais; falta de apetite; estado de prostração; dores de cabeça; sensibilidade à luz; perda de peso; náuseas e vômitos.



Como se transmite?

O HIV pode ser transmitido pelo sangue, esperma e secreção vaginal, pelo leite materno, ou transfusão de sangue contaminado. O portador do HIV, mesmo sem apresentar os sintomas da aids, pode transmitir o vírus, por isso, a importância do uso de preservativo em todas as relações sexuais.

Como tratar?

A Aids não tem cura, mas os portadores do HIV dispõem de tratamento oferecido gratuitamente pelo Governo. Ao procurar ajuda médica, em um dos hospitais especializados em DST/Aids, o paciente terá acesso ao tratamento anti-retroviral. Os objetivos do tratamento são prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida do paciente, pela redução da carga viral e reconstituição do sistema imunológico. O atendimento é garantido pelo SUS, por meio de ampla rede de serviços.

O Brasil distribui 15 medicamentos anti-retrovirais na rede pública de saúde. Esses medicamentos retardam o aparecimento da aids e possibilitam maior qualidade de vida ao portador do vírus. Os anti-retrovirais agem na redução da carga viral e na reconstituição do sistema imunológico.

Como se prevenir?

Para evitar a transmissão da Aids, recomenda-se uso de preservativo durante a relação sexual, uso de seringas e agulhas descartáveis, teste prévio no sangue a ser transfundido e uso e luvas quando estiver manipulando feridas ou líquidos potencialmente contaminados. As gestantes devem fazer o teste de aids e começar o pré-natal o mais cedo possível.



O Brasil tem, aproximadamente, 600 mil portadores do vírus da aids, o HIV. Segundo previsão do Banco Mundial o Brasil teria 1,2 milhão de infectados pelo HIV no ano 2000. Dos 600 mil portadores do HIV, incluem-se as pessoas que já desenvolveram aids e excluem-se os óbitos. Diferente da notificação dos casos de aids, os dados de HIV são estimados, portanto, não estão disponíveis informações sobre as principais vias de infecção pelo HIV. Em média, a pessoa infectada pelo HIV demora entre 8 e 10 anos para começar a desenvolver os sintomas de aids. Só então ela é notificada como um novo caso de aids.



Os projetos de assessoria jurídica têm papel fundamental na batalha pela defesa dos direitos das pessoas que vivem com HIV/aids. Essas instituições (clique aqui) recebem denúncias, assessoram vítimas de discriminação e preconceito social e tomam providências cabíveis nos casos em que os direitos desse cidadão são, de alguma forma, lesados.



IMPORTANTE Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As
informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.


Fonte:
- Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Glossário de doenças: tópicos de A a Z.
- Ministério da Saúde. Fundação Oswaldo Cruz. Glossário de doenças.

Sugira um tema: grupofocal@saude.gov.br
Créditos: Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde



sábado, 22 de outubro de 2011

Dança Livre



Dança livre (por Lara Seidler)
A Dança Livre é uma aula que explora as diferentes possibilidades de movimentos a partir dos movimentos básicos do corpo em adequação ao trabalho das valências físicas: força, flexibilidade, equilíbrio, coordenação, agilidade e velocidade.

A aula consta de:
- Trabalho corporal específico
- Atividades lúdicas
- Seqüências articuladas
- Improvisações e expressão corporal
- Diversos estilos de dança: jazz, dança moderna, funk, samba, hip hop, forró, dança do ventre e outros, além da dança contemporânea que é base da diversificação
- Diferentes ritmos musicais

A dança livre proporciona uma atividade diferenciada das demais atividades desenvolvidas em academias pela questão da diversificação do movimento, pois utilizamos diferentes estilos e ritmos, de forma que se possa trabalhar o corpo de várias maneiras. Cada estilo ou ritmo tem um estímulo corporal diferenciado, ou valências físicas específicas que, agrupadas em uma aula coerente com a curva fisiológica, pode proporcionar um trabalho físico completo.

Um exemplo de uma aula poderia ser dado, unindo um aquecimento com um ritmo funk ou techno, em que há deslocamentos, aquecimentos dos membros inferiores, coluna, quadril e braços. A seguir, uma modalidade como a dança moderna ou até clássica, em que, de forma mais contida, poderia ser enfatizada a força dos membros inferiores, equilíbrio e exercícios posturais incluindo flexibilidade. Dando continuidade à aula, pode-se se intruduzir o hip-hop, que exercita coordenação de pernas e braços e a capacidade cardiorespiratória. Para terminar talvez um forró ou mesmo uma modalidade como dança moderna.

O estilo musical é bastante eclético, passando pelas músicas antigas como Rock anos 60, jazz americano, forrós, sambas, pop e funk.

A dança atinge o trabalho físico em suas diferentes valências através da exploração das infinitas possibilidades de movimentos proporcionando ao indivíduo:

- Trabalho da agilidade e velocidade das partes e do corpo como um todo;
- Trabalho da coordenação em movimentos de diferentes níveis de complexidade e organização;
- Maior conhecimento e percepção do movimento do corpo (percepção cinestésica), partes e segmentos para melhor postura e melhor eficiência em exercícios, evitando ao dispêndio de energia desnecessárias;


Aula de Dança Livre - foto por Alexis Kauffmann

- Trabalho do equilíbrio corporal através da consciência da centralização do eixo longitudinal, das transferências e restabelecimentos do peso do corpo e das diferentes situações de apoios;
- Trabalho da força dinâmica e estática, através da exploração de movimentos que exijam apoios e sustentação da forma corporal e de partes do corpo, utilização de movimentos em dinâmica forte rápida ou lenta, saltos e outros;
- Trabalho da flexibilidade na exploração de diferentes amplitudes e angulações dos movimentos das partes do corpo e situações de resistências e alavancas no próprio corpo, no corpo de outro ou com objetos;
- Vivência corporal diversificada, que proporciona ao indivíduo a preparação corporal e mental para a execução de qualquer movimento

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O Perigo das Peladas de Domingo



O perigo das peladas de domingo

Danos à saúde causados por prática indevida do esporte vão de lesões à hipertensão

Por: Denis Weisz Kuck

Publicado em 03/02/2003 | Atualizado em 20/10/2009

Pelada de fim-de-semana. Amigos reunidos. Cerveja, suor, churrasco e gols. Mas também cãibras, dores musculares, tornozelos machucados, tonturas e hipertensão. Pois é: o famoso futebol da turma dos quarentões, que trabalha durante toda a semana e só pratica exercícios uma vez por semana, pode sair como um tiro pela culatra.

Os atletas de fim-de-semana estudados tiveram freqüência cardíaca média acima do limite de segurança (foto: Stela Murgel / Unifesp)

"O estresse cardíaco a que eles se submetem durante as partidas é muito alto, excede os limites de segurança e torna a prática esportiva um risco." É o que defende a dissertação de mestrado de Roberto Carneiro, defendida no Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte da Universidade Federal de São Paulo.

Roberto realizou testes para verificar a aptidão física de 32 homens com idade média de 41,8 anos e que jogam futebol society uma vez por semana. Eles responderam a um questionário sobre hábitos como tipo de alimentação e freqüência de atividades físicas; 90% foram classificados como sedentários (praticam exercício físico menos de duas vezes por semana). Além disso, para determinar a capacidade física dos jogadores, foram realizados testes em esteiras.

A freqüência cardíaca (FC) máxima dos voluntários foi calculada em 180,5 batimentos por minuto (bpm). A FC máxima é o limite a que cada indivíduo pode chegar durante um esforço físico. "No momento em que o atleta chega à exaustão e não consegue mais realizar a atividade, anota-se sua freqüência cardíaca", esclarece Roberto.

Estudos recentes avaliam que uma atividade física segura, sobretudo para não-atletas, é aquela em que o indivíduo chega a 85% da FC máxima. "No caso do grupo estudado, como a FC máxima foi de 180,5 bpm, o limite máximo de segurança é de 153,4 bpm."

Os testes realizados também serviram para se precisar a FC de limiar anaeróbio -- limite a partir do qual o indivíduo passa a sofrer os efeitos da acidose metabólica, provocada pelo acúmulo de ácido lático nos músculos (o fenômeno causa dor e dificuldade em continuar a atividade e facilita a ocorrência de lesões). A FC de limiar anaeróbio dos peladeiros foi calculada em 137,4 bpm.

Mas de nada adiantariam os cálculos se os craques não fossem avaliados dentro das quatro linhas. Para fazer isso Roberto acompanhou os batimentos cardíacos dos jogadores em uma partida de 20 minutos. "Os atletas de fim-de-semana trabalharam em média a 155,7 bpm, e alcançaram picos de 180, 190 e até 211 bpm. Ou seja: acima do limite de segurança de 153,4 bpm, e muito acima do limiar anaeróbio de 137,4 bpm."

Essa prática indevida do esporte pode provocar problemas como dores, entorses, distensões e até ataques cardíacos. "O exercício físico tem que ter por objetivo promover saúde e melhorar a qualidade de vida, caso contrário é melhor não fazê-lo", afirma Roberto.

Contudo, ainda é possível sacudir a poeira e dar a volta por cima. "O ideal é que esses indivíduos passem a realizar mais de dois dias de atividade física por semana, (natação, caminhadas, ciclismo, dança) para adquirirem um condicionamento melhor para as partidas."

Denis Weisz Kuck
Ciência Hoje on-line
03/02/03

domingo, 4 de setembro de 2011

Jazz ! Você conhece ?






O Jazz é uma forma de dança moderna, que é fortemente influenciada pelos sons, ritmos, técnicas de jazz e música.

Como música jazz, o jazz dança é muito individual, com uma ênfase na valorização das competências individuais.

Como a música que inspirou, o jazz tem as suas raízes na comunidade Africano-Americana nos Estados Unidos. Várias formas de jazz foram realizadas até o final dos anos 1800, e pela Primeira Guerra Mundial, tinha-se tornado uma dança bem aceita e bem conhecida.

Este estilo de dança passou a influenciar fortemente a Broadway e, por sua vez, Hollywood e também no balé e na dança moderna.

Nas aulas de ballet, eles aprendem controle, habilidade, e condições para o seu corpo dançar.

Uma vez os bailarinos tendo a disciplina e técnica do balé, podem complementar com o jazz. Qualificados os bailarinos de jazz podem aparecer em grande demanda nos filmes, produções da Broadway, e em todo o mundo, com a possibilidade de trabalhar em uma grande variedade de estilos.

O Jazz é conhecida por ser fortemente imprevisível, graças às suas influências Africanas. As movimentações dos bailarinos de jazz podem ser lentas, graciosas ou eles podem se mover com agilidade e rapidez, executando saltos fantásticos e outras proezas.

Como resultado, eles devem ser fisicamente muito flexíveis, e muito preocupados com a música que a dança, o ritmo.

Esta forma de dança não tem necessariamente de ser realizada com a música jazz, embora muitas vezes seja, podem usam a criatividade e usar músicas de todos os estilos.


Sem dúvida, dançar oferece diversos benefícios, além da queima calórica e o combate ao estresse.

Conheça algumas formas de dançar:

Dança: Dança livre
Duração da aula: 1 hora
Calorias queimadas por aula: até 500 calorias
Benefícios: Emagrece, tonifica os músculos e beneficia o sistema cardio-respiratório.
Cuidados antes de praticar: Fazer exercícios de alongamento e aquecimento.
Roupas e assessórios necessários: roupa de ginástica.
Como dançar: O aluno pode fazer a aula sozinho.
Particularidades: Por misturar diversos ritmos, a aula queima muitas calorias e não é cansativa, pois a professora desenvolve uma grande série de coreografias.

Dança: Ritmos Latinos
Duração da aula: 1 hora
Calorias queimadas por aula: de 400 a 600 calorias
Benefícios: Proporciona condicionamento cardiorespiratório, queima calorias, desenvolve a coordenação motora e melhora a auto-estima. A aula é descontraída e promove a interação entre as pessoas Cuidados antes de praticar: Fazer um aquecimento simples antes de praticar a dança Roupas e assessórios necessários: roupa de ginástica.
Como dançar: Os alunos dançam sozinhos. As músicas misturam ritmos como salsa, rumba, merengue, hip-hop e pop
Particularidades: Tem alunos de todas as idades, de 15 a 80 anos. Os sucessos mais pedidos são Shakira, Santana, Orishas, Ricky Martin e Thalia.

Dança: Salão
Duração da aula: 1hora
Calorias queimadas por aula: Média de 500 calorias
Benefícios: Melhora da auto-estima, integração entre as pessoas, emagrecimento, alivio do estresse e melhora a coordenação motora. Cuidados antes de praticar: Tomar água para ficar hidratado antes e durante a atividade.
Roupas e assessórios necessários: Como o intuito da aula é aprender a dançar, como se estivesse em uma pista, o aluno pode usar roupa que quiser, alguns alunos vão caracterizados conforme o ritmo que vai ser dado pelo professor.
Como dançar: Durante a aula, são ensinados passos individuais e em dupla.
Particularidades: A aula é ministrada pelo professor e dançarino Alexandre Cardoso, que já participou de programas na televisão ensinando passos de danças.

Dança: Axé
Tempo de aula: 1 hora
Calorias queimadas por aula: de 500 a 700 calorias
Benefícios: Emagrece, melhora na coordenação motora, alivia o estresse
Cuidados antes de praticar: Beber água. devido aos deslocamentos rápidos, é aconselhável que o aluno faça também musculação para fortalecer a articulação dos joelhos.
Roupas e assessórios necessários: Roupas leves e tênis
Como dançar: A aula é feita individualmente.
Particularidades ou comentários: É uma aula bem divertida e mesmo fora da época do carnaval atrai novos adeptos.

Dança: Ritmos
Tempo de aula: 30, 45 ou 60 minutos
Gasto calórico por aula: até 500 calorias
Benefícios: exercício cardiovascular coreografado e divertido.

Excelente opção para quem precisa perder peso, mas não gosta das atividades como spinning, corrida e natação. Desenvolve a coordenação motora, musicalidade, expressão corporal, equilíbrio, auto-confiança.
Cuidados antes de praticar: Consulte sempre um médico antes de iniciar as aulas.
Não pratique em jejum; hidrate-se antes, durante e após a aula. Roupas e assessórios necessários: Usar tênis apropriado para absorção de impacto, roupas leves e confortáveis, que não limitem os movimentos, e uma toalha de rosto.
Como dançar: Esta aula é em grupo, e executada de forma individual, mas, dependo do ritmo trabalhado no dia, o professor pode criar algumas dinâmicas em duplas e trios.
Particularidade: Nesta aula, são trabalhados diversos ritmos, como axé, forró, dança aeróbica, aero jazz, street dance, afro, músicas dos anos 60, 70, 80, brega, dance, samba, salsa etc.

Dança:Aero JazzTempo de aula: 60 minutos sem interrupções
Gasto calórico por aula: cerca de 400 calorias
Benefícios: Coordenação, promoção de saúde, qualidade de vida (sobre os aspectos terapêuticos, aumenta a auto-estima e a confiança), ritmo, diminui estresse e o percentual de gordura. Cuidados: Alimente-se uma hora antes (comer uma fruta ou barra de cereal).
Roupas e assessórios necessários: A mais confortável para que, ao transpirar, não incomode.
Como dançar: grupo de 35 pessoas.
Particularidades: Por não haver pausas, o esforço físico é ainda maior.

Dança: Hip Hop
Tempo de aula: 45 minutos
Gasto calórico por aula: varia de acordo com o nível técnico do praticante, intensidade de aula e peso corporal.
Benefícios: Trabalho aeróbico, aprimora a coordenação motora ajuda na socialização e auto-estima dos alunos. Combate a ansiedade, timidez e disposição.
Cuidados antes de praticar: procurar um médico e realizar uma avaliação física.
Roupas e assessórios necessários: Roupa de ginástica ou figurino Hip Hop, calça e camiseta larga, munhequeira e bandana.
Como dançar: grupo de até 25 pessoas.
Particularidades: Aula extremamente descontraída

Dança: Ritmos
Tempo de aula: 45 ou 60 minutos
Gasto calórico por aula: Em média, 400 calorias Benefícios: Harmonia corporal e trabalho aeróbico. Coordenação, melhoria da condição cardiovascular e respiratória.
Cuidados antes de praticar: não há contra-indicação. As pessoas devem alongar antes e depois da aula, como em qualquer outra atividade física.
Roupas e assessórios necessários: Tecidos leves e calçado adequado para o tipo da dança.
Como dançar: Aula individual. Eventualmente, há coreografias em dupla.

Dança: Street Dance
Tempo de aula: 60 minutos
Gasto calórico por aula: aproximadamente, 350 calorias
Benefícios: Condicionamento, emagrecimento, melhora da coordenação motora geral, aumento da consciência espaço-temporal, diminuição do estresse e sociabilização.
Cuidados antes de praticar: Realizar avaliações física e médica Roupas e assessórios necessários: Roupas confortáveis que permitam movimentações de grande amplitude e que facilitem a evaporação do suor. Para entrar no clima, vista-se no estilo hip hop americano (calças largas e camisetas folgadas)
Como dançar: A aula é sempre individual e em algumas aulas o professor adota a estratégia de formar grupos no final da coreografia. Particularidades: Esta aula faz muito sucesso nas academias e é freqüentada tanto por homens quanto por mulheres de todas as faixas etárias.

Dança: Ritmos (combinação de salsa, pagode, forró, twist, samba, contry e outros)
Tempo de aula: 60 minutos
Gasto calórico por aula: aproximadamente, 400 calorias
Benefícios: Perda de peso, condicionamento e todos os benefícios de uma atividade física.
Cuidados antes de praticar: Avaliações física e médica.
Roupas e assessórios necessários: Roupas confortáveis

Claro que existem muitas outras danças, veja a que vc mais gosta , e

Divirta-se e perca peso!